Reino Unido 100 avançou 0,05%, enquanto BP, Relx e Experian lideraram os ganhos; queda do ouro limitou o desempenho do mercado
As ações do Reino Unido encerraram o pregão desta terça-feira (18) em alta, com o Índice Investing.com Reino Unido 100 avançando 0,05%.
O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelos setores de software e serviços de informática, petróleo e gás e farmacêutico e biotecnologia.
Apesar da alta do índice, o movimento foi relativamente limitado, com as ações em queda superando as que terminaram o pregão no campo positivo na Bolsa de Londres.
Entre os principais destaques positivos do índice, as ações da Relx avançaram 2,83%, para 2.540 pence.
A Experian subiu 2,72%, encerrando o pregão a 2.875 pence, enquanto a BP ganhou 2,68%, para 533,50 pence.
A valorização das empresas ligadas ao setor de energia ocorreu em um dia de alta dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
Na ponta negativa, a Halma teve a maior queda entre os componentes destacados, recuando 3,57%, para 3.570 pence.
A Weir Group caiu 3,22%, encerrando a sessão a 2.586 pence, enquanto a Diploma perdeu 2,79%, para 7.150 pence.
No conjunto da Bolsa de Londres, 1.006 ações terminaram em queda, contra 677 em alta, enquanto 577 permaneceram sem alteração.
No mercado de commodities, os contratos futuros de ouro para dezembro recuaram 1,06%, para US$ 4.426,40 por onça-troy.
O petróleo, por outro lado, avançou. Os contratos para outubro subiram 0,91%, para US$ 84,50 por barril, enquanto o Brent para outubro ganhou 0,68%, chegando a US$ 91,49 por barril.
A valorização do petróleo ajudou a sustentar as ações de empresas do setor energético, com a BP entre os principais destaques positivos da sessão.
No mercado de câmbio, o par GBP/USD apresentou pouca alteração, enquanto o EUR/GBP também permaneceu praticamente estável.
O índice do dólar futuro avançou 0,04%, para 99,49.
O pregão mostra um mercado europeu ainda marcado por movimentos seletivos entre setores, com investidores acompanhando de perto a trajetória dos preços de energia, dos juros e das commodities diante das incertezas econômicas e geopolíticas globais.
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