A AstraZeneca afirmou que a inteligência artificial não deve provocar demissões na empresa. Executivos dizem que a tecnologia aumenta a produtividade e apoia o crescimento.
A AstraZeneca afirmou que não espera reduzir seu quadro de funcionários em razão do avanço da inteligência artificial (IA). A declaração foi feita após a farmacêutica divulgar resultados do segundo trimestre de 2026 acima das expectativas do mercado.
Segundo a diretora financeira da companhia, Aradhana Sarin, o crescimento acelerado dos negócios reduz a possibilidade de que a adoção da IA resulte em cortes de pessoal.
De acordo com Sarin, a AstraZeneca continua expandindo suas operações e, por isso, não vê a inteligência artificial como uma ferramenta voltada à substituição de trabalhadores.
Em vez disso, a executiva afirmou que a tecnologia deve atuar como um recurso para aumentar a eficiência e apoiar o crescimento da companhia.
O presidente-executivo da AstraZeneca, Pascal Soriot, também minimizou a percepção de que a inteligência artificial eliminará empregos em larga escala.
Segundo o executivo, o impacto costuma ser superestimado.
Além disso, Soriot destacou que a IA permite aos profissionais produzir mais e entregar um trabalho de melhor qualidade, tornando as equipes mais eficientes sem necessariamente reduzir o número de colaboradores.
O setor farmacêutico tem ampliado os investimentos em inteligência artificial para acelerar pesquisas, otimizar processos e aumentar a produtividade.
Nesse cenário, a AstraZeneca reforça que pretende utilizar a tecnologia como uma aliada da inovação e do crescimento, e não como um mecanismo de redução do quadro de funcionários.
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