Republicanos registra Cleitinho Azevedo para disputar o governo de Minas Gerais e define apoio a Marcelo Aro na corrida pelo Senado.
O Republicanos registrou nesta sexta-feira (14) a candidatura do senador Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A decisão encerra semanas de indefinição dentro do partido sobre a participação do parlamentar na disputa pelo Palácio Tiradentes.
Cleitinho terá Luiz Eduardo Falcão como candidato a vice-governador. Ex-prefeito de Patos de Minas e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Falcão já era apontado como o nome mais provável para ocupar a vaga.
A definição também reorganizou a estratégia do Republicanos para a disputa pelo Senado. Depois de avaliar nomes como o deputado federal Euclydes Pettersen, presidente estadual da legenda, e o ex-prefeito de Divinópolis Gleidson Azevedo, o partido decidiu apoiar Marcelo Aro, do PP.
A candidatura de Cleitinho vinha sendo alvo de resistência dentro da direção nacional do Republicanos. Em determinado momento, o partido chegou a adotar uma posição contrária à participação do senador na disputa pelo governo estadual.
Diante do impasse, Cleitinho passou a negociar diretamente com o presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, para conseguir autorização e manter seu nome na eleição.
Com o registro realizado nesta sexta-feira, a candidatura deixa de ser apenas uma possibilidade discutida internamente e passa oficialmente a integrar a corrida pelo governo de Minas Gerais.
A escolha de Cleitinho também veio acompanhada de uma definição sobre a disputa pelo Senado. O Republicanos chegou a considerar candidatos próprios para a vaga, mas optou por apoiar Marcelo Aro, do Progressistas.
A decisão faz parte da estratégia de alianças do partido para as eleições de 2026 e pode influenciar a formação das chapas que disputarão os principais cargos em Minas Gerais.
A confirmação de Cleitinho acrescenta um nome de peso à disputa pelo governo mineiro e encerra um período de incerteza que se prolongava havia meses.
Com o registro oficializado, o senador passa a concentrar sua campanha na construção da chapa e na formação de alianças para a eleição estadual.
A movimentação ocorre em um momento de intensificação das articulações políticas para as eleições de 2026, com partidos definindo candidatos, alianças e estratégias para a disputa em Minas Gerais.
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